Reportagem publicada em 20/06/2008 Última atualização 20/06/2008 15:04 TU
Proteção. Este foi o tema escolhido pelas Nações Unidas para comemorar o Dia Mundial dos Refugiados deste ano. A data existe desde 2001 e tem como objetivo despertar uma maior solidariedade internacional às centenas de milhares de pessoas obrigadas a fugir de guerras e da miséria. Cidades de todo o mundo celebram este dia com manifestações culturais.
Na Europa, Paris organiza um colóquio no Museu Galliera com mulheres refugiadas, Roma ilumina o Coliseu e Londres transforma a Trafalgar Square em um campo de refugiados semelhante aos do Darfur, região do Sudão.
A CIMADE - organização que acolhe e acompanha refugiados e imigrantes na França - disse que não haverá celebração. Será que podemos comemorar num momento em que o direito de asilo tornou-se um instrumento de controle das políticas imigratórias em detrimento da necessidade da proteção dos perseguidos?, questiona a organização. A ONG, ao lado de várias outras, decidiu fechar suas portas neste dia em protesto à diretiva européia para a imigração votada nesta semana pelo Parlamento europeu.
Até o ano de 2006, a França era o país do bloco que mais acolhia refugiados e recebia 35.520 pedidos por ano. Segundo a ONU, no mundo existem 11 milhões de refugiados e 26 milhões de deslocados por causa de violência e insegurança.
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Repórter da Rádio França Internacional
« Atualmente, quem ocupa o primeiro lugar mundial de maior acolhimento de refugiados são os Estados Unidos. A França passou para o terceiro lugar, depois da Suécia. »
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